Planejamento com foco em experience. Transformo posicionamento em coisa concreta: evento, ativação, plataforma, conteúdo.
Passei 11 anos traduzindo posicionamento em coisa que acontece. Esse é o lugar onde mostro — sem filtro de deck, sem romance.
"Trabalho com estratégia e experiência de marca. Não como discurso — mas como entrega."
Transformo posicionamento em coisa concreta: evento, ativação, plataforma e conteúdo.
Passei por BFerraz, AKM, Africa Creative e Porta dos Fundos. Também por Cheil (Samsung), Leo Burnett (Bradesco) e freelas.
Hoje, lidero planejamento com foco em experience.
Onze anos entre agências, produtoras e estúdios. Brasil e parceiros internacionais.
Cada case é uma mini página editorial: imagem, insight, estratégia, materialização, vídeo quando faz sentido.

Ritual geracional de uma volta que virou reencontro.

Uma ponte cultural que dispensou tradução.

Basquete como cultura, não como modalidade.

Um verão que virou assinatura.

Platinum não se apresenta. Se comporta.

Cor como gesto de autoria.

A favela virou palco, não cenário.

Marca entra, timing não muda.

Miss Chiquita de volta ao protagonismo.

Ketchup não é condimento. É referência.

Engenharia brasileira como orgulho nacional.

Panettone fora de dezembro.

Tutor compra tranquilidade, não remédio.
Formação que misturou base brasileira de comunicação com imersão internacional em planejamento estratégico.
Planejamento estratégico e cultura de marca. Sandbox internacional.
Pensamento criativo e construção de narrativas.
Comunicação social e base de publicidade.
Disponível para agências internacionais, consultorias estratégicas, estúdios de branded content e projetos autorais.

Quem voltou não foi a banda — fomos nós.
Entregar a nostalgia como um presente, não um souvenir — ritualizando o reencontro geracional num set list vivido coletivamente.

O show acabou. O imprinting ficou.

Bad Bunny não canta em português, mas fala com o Brasil.
Construir uma ponte cultural que dispensasse tradução — codificando o latino em linguagem brasileira, sem apagar nenhum dos dois sotaques.

Idioma virou sotaque. Sotaque virou pertencimento.

Basquete não é sobre a quadra. É sobre quem assiste junto.
Fazer o Brasil descobrir a NBA como cultura, não como modalidade — com creators como tradutores e experiência que extrapola a partida.

Virou costume. Virou rotina. Virou torcida.

Marca de verão não se lembra no inverno.
Criar um verão que a marca pudesse assinar todos os anos — codificando a estação em ativos próprios, recorrentes e repetíveis.

O verão virou assinatura. A marca virou estação.

Platinum não se apresenta. Se comporta.
Trocar a lista de benefícios por narrativa de estilo de vida — construída em vivência, não em copy.

Benefício deixou de ser lista. Virou vivência.

Tinta não é produto. É decisão.
Transformar a escolha da cor em gesto de autoria — do cliente pro morador, do painel de cor pra narrativa.

Ninguém compra cor. Compra quem quer ser.

Luxo tem endereço. Mas o glamour é de todo mundo.
Fazer a favela virar red carpet — não cenário do red carpet alheio, mas o palco principal.

A favela não foi pauta. Foi palco.

Quem patrocina comédia precisa aguentar a piada.
Transformar branded content em roteiro de verdade — integração orgânica, autoria intacta, timing negociado.

A marca entrou. O timing não mudou.

A banana mais famosa do mundo é uma personagem.
Devolver o protagonismo para Miss Chiquita — com revival visual e extensão pra moda, cultura e licenciamento.

Ela voltou. E trouxe o mercado junto.

Ketchup não é condimento. É referência.
Defender a origem quando todo mundo quer ser o novo — narrativa de autenticidade com chefs e receita clássica.

Tem ketchup. E tem Heinz.

Tecnologia brasileira precisa ser vista como brasileira.
Transformar engenharia em orgulho nacional — storytelling técnico traduzido em emoção, do chão de fábrica ao ar.

O avião voa. A história também.

Panettone não é sazonal. É tradição.
Esticar o ritual pra fora de dezembro — virar ocasião o ano todo, com receitas proprietárias e ativação contínua.

O panettone saiu da caixa. E entrou na rotina.

Tutor não compra remédio. Compra tranquilidade.
Vender paz de espírito em vez de proteção contra pulga — linguagem afetiva, não farmacêutica.

A pulga some. A preocupação também.